O Ramalhão e o ABC: uma história de bola, suor e pertencimento

Há clubes que nascem destinados a ser símbolo da própria cidade. O Esporte Clube Santo André é um desses casos singulares. Quando alguém fala do Ramalhão, o imaginário viaja de imediato para as ruas movimentadas do ABC, os trens que cortam a região, a fumaça de fábrica misturada ao cheiro de grama molhada, o som do radinho colado ao ouvido e a garganta rouca numa tarde de domingo. O time não é um capítulo à parte da cidade. É seu reflexo no espelho.

Raízes, fome de bola e a cara do ABC

Santo André é um mosaico de trabalhadores, migrantes e famílias que aprenderam a chamar de casa um pedaço de chão austero e inventivo. A cidade cresceu com a indústria, o comércio e a persistência de quem madruga. Dentro desse contexto, o clube surgiu na década de 1960 como projeto de coletividade. Havia empolgação juvenil, vontade de se afirmar diante da capital vizinha e um desejo quase teimoso de colocar o próprio nome no mapa do futebol paulista. Não era uma aventura. Era a necessidade de uma cidade inteira de se ver representada num gramado.

Desde o começo, o Ramalhão cultivou uma identidade nítida. Cores que dialogam com o brasão municipal, camisa que veste mais do que torcedores e um escudo que, visto de perto, parece guardar histórias de bairro, feiras livres, escolas públicas e peladas em campinhos de terra. Nada ali é improviso. Tudo é construção coletiva, tijolo sobre tijolo, treino depois de treino, temporada após temporada.

O dia em que o Brasil inteiro percebeu

Há feitos que subvertem a lógica do futebol e renovam a fé de quem ama o jogo. Para o Santo André, esse feito tem uma data que a memória coletiva do torcedor não esquece. A campanha do título da Copa do Brasil em 2004 virou tatuagem invisível no braço de cada andreense que se aproximou do estádio naquela época. Era o time que não deveria, mas podia. Era o elenco que carregava a palavra desacreditado por fora e a palavra convicto por dentro.

A conquista não foi uma virada de chave apenas esportiva. Foi um rito de passagem. A partir dali, o Ramalhão entrou para o vocabulário afetivo do torcedor brasileiro de fora do ABC. Tornou-se caso de estudo para quem ama copas nacionais, virou prova de que o futebol ainda encanta quando a bola ignora planilhas e decide atender a quem está disposto a correr além do limite. Em cada jogo daquela trajetória havia o brilho técnico de um lance bem executado, mas havia sobretudo um pacto. O pacto de que tudo era possível se a cidade e o time respirassem no mesmo ritmo.

Paulistão, ascensos e o pêndulo das divisões

O Campeonato Paulista costuma ser um microcosmo do país. É duro, é exigente, é cenário de revelações e armadilhas. O Santo André aprendeu a sobreviver nele como quem atravessa a avenida movimentada no horário de pico. Conseguiu picos de performance que entraram para o álbum de fotos do torcedor e encarou períodos de reestruturação com a serenidade de quem já viu muito e ainda tem apetite. Teve festa que levou o nome do clube à final, teve campanha que encheu o Brunão de orgulho e teve, também, queda de divisão que ensinou paciência.

No âmbito nacional, o Ramalhão experimentou o doce e o amargo. Bateu no teto, subiu, sentiu o ar rarefeito da elite e precisou reorganizar a casa quando o vento soprou contra. Nada disso matou o espírito do projeto. O clube nunca se reconheceu como figurante. A temporada que começa é, sempre, a oportunidade de desmentir rótulos. E o torcedor aprende a viver nessa gangorra com a sabedoria dos bairros operários. Quem trabalha em chão de fábrica sabe que rotina não é sinônimo de monotonia. É método.

Brunão, laje coletiva de memórias

É impossível falar de Santo André sem citar o Estádio Bruno José Daniel. Mais do que uma casa, o Brunão é a laje coletiva da cidade. É onde se comemora, se protesta, se abraça desconhecido, se chora em silêncio, se aprende a sofrer com elegância. Cada arquibancada tem dono e os donos mudam a cada geração. Tem o sujeito do radinho, a senhora que leva a almofada, a criança que descobre o que é pertencimento quando o hino toca e a bola rola. Alguns estádios são cartões postais. O Brunão é álbum de família.

O gramado já sentiu chuteiras célebres e solados anônimos. E é aí que mora o encanto. O lugar não foi desenhado para pose. Foi feito para jogo. Queima sol no meio-dia de verão, venta gelado em noite de outono e, quando chove, a água parece aplaudir os carrinhos e as divididas. O estádio não é cenário. É personagem.

Clássicos do ABC e vizinhança que ferve

A geografia do futebol é feita de travessias curtas e longas. No ABC, as travessias são curtas e intensas. Santo André contra São Bernardo, Santo André contra São Caetano. O que se projeta nesses jogos não é apenas a disputa por três pontos. É o duelo de histórias que se cruzam no trem, na avenida, no corredor da fábrica. Quem vence carrega a soberania simbólica da semana seguinte. Quem perde chega na segunda com aquele silêncio miúdo que dura até o próximo apito inicial.

Esses clássicos forjaram uma escola. O time aprendeu a competir sob pressão de vizinho que conhece o próprio apelido, de rival que também carrega o ABC no peito. E o torcedor aprimorou o repertório. Sabe provocar sem ofender, sabe celebrar sem humilhar. Sabe que, no fim, todos vão dividir o mesmo vagão na volta para casa.

Formação, garimpo e a ciência do detalhe

Clube que se propõe a resistir em cenário tão competitivo precisa dominar o ofício da formação. O Santo André trata as categorias de base como um laboratório paciente. Não é apenas revelar um driblador que vai para o ataque. É educar um cidadão que entenda de tempo de bola e de tempo de vida, que respeite o vestiário e o bairro, que saiba ouvir e aprender. Muitos garotos chegam, alguns seguem carreira longe, outros viram alicerce do elenco principal. Todos passam por uma escola que valoriza treino bem feito, alimentação correta e referências positivas dentro e fora do campo.

Há também o garimpo, a outra metade dessa equação. O Ramalhão aprendeu a olhar as divisões de acesso, a Copa Paulista, os estaduais do interior e detectar talentos que só precisam de ambiente certo para florescer. Esse olhar clínico rendeu boas histórias. Jogadores que encontraram no clube a plataforma para subir um degrau ou dois. Jogadores que, ao voltar, trouxeram a experiência para deitar raízes.

Gestão, comunidade e o tamanho de um sonho possível

Em tempos de cifras milionárias e arenas brilhantes, o Santo André segue outra cartilha. A prioridade é ajustar contas, manter o elenco competitivo, cuidar do patrimônio, estreitar laços com a prefeitura e com parceiros que compreendem o papel social do clube. Essa gestão de escala humana tem seus limites, mas carrega um diferencial precioso. O torcedor se reconhece. Vê gente conhecida na arquibancada, encontra o dirigente no café da padaria, encontra o goleiro no semáforo e o treinador na feira livre. A proximidade gera cobrança, mas produz um senso de responsabilidade que não se compra no mercado.

Os projetos sociais e as iniciativas junto a escolas, bairros e associações de base fortalecem esse ecossistema. O Ramalhão não aparece apenas quando o calendário marca jogo. Ele está presente na aula de iniciação esportiva, no torneio de bairro, no evento comunitário. O clube virou ponto de encontro para mais do que futebol. É também esporte como inclusão, saúde e autoestima.

Aliás, ultimamente o conceito de SAF no futebol está ganhando peso e o Santo Andre poderia eventualmente incorporar.

Estilo de jogo e imagem em campo

Ao longo dos anos, o Santo André construiu uma imagem competitiva. Não se trata de entregar a bola ao adversário e rezar por um contra ataque isolado. A identidade que se firmou é a de um time que estuda o jogo, morde em bloco médio, encurta espaços com solidariedade e tenta acelerar a transição quando a roubada limpa aparece. Na bola parada, nasce muito do pragmatismo que rende pontos em campeonatos duros. Falta bem batida, escanteio treinado, jogada ensaiada no segundo pau. O clube sabe que, para estar vivo em abril e em novembro, é preciso amar o detalhe.

Quando as peças permitem, aparece também a ousadia. Um ponta que parte para dentro, um meia que busca entrelinhas, um lateral que encontra cruzamento rasteiro. O Santos André não abre mão da estética quando ela é possível, mas não se envergonha do placar trabalhado. Goleada dá manchete. Vitória por um gol dá campanha.

Memórias que educam e horizontes que convidam

O torcedor do Ramalhão é educado por memórias. Lembra a epopeia da Copa do Brasil, lembra a final estadual, lembra o acesso que fez a cidade sair em carreata. Lembra também as rodadas em que o time teve de se segurar com unhas e dentes para não cair. Em cada lembrança há uma lição. A do triunfo ensina a ousar. A do tropeço ensina humildade metodológica. O clube que você encontra hoje é filho dessas duas pedagogias.

Para o futuro, o horizonte que se desenha é o de um projeto sustentável, competitivo e conectado com a base social que o sustenta. Não precisa prometer o que não cabe no orçamento. Precisa prometer consistência. O time que olha o calendário e se prepara para jogar todas as competições com seriedade, que se fortalece nos momentos de turbulência e que aprende com seus próprios ciclos, tende a colher temporadas melhores.

O que significa torcer pelo Ramalhão

Torcer para o Santo André é um exercício de identidade. A camisa não veste corpo. Veste biografia. O torcedor leva o escudo para o trabalho, para a sala de aula, para o churrasco de família, para o vagão da Linha 10. Leva o escudo para o coração. Em dias bons, a cidade parece maior. Em dias ruins, o clube parece menor só para, no domingo seguinte, voltar ao tamanho exato do orgulho de quem o acompanha.

Torcer para o Ramalhão é também aceitar o pacto do futebol real. O pacto que envolve orçamento apertado, gramados diferentes, viagens cansativas e a necessidade de ser competente no básico. É olhar para um elenco com juventude e veterania combinadas e reconhecer ali o retrato do próprio bairro. É compreender que cada gol do Santo André carrega mais do que uma estatística. Carrega uma história de perseverança.

Conclusão que não é ponto final

O Esporte Clube Santo André pertence àquela seleta lista de times que contam a história do futebol brasileiro a partir da sutileza. Não foi construído para ser espetáculo de ocasião. Foi feito para durar. O Ramalhão fala a língua do ABC com sotaque próprio, lembra que o Brasil não se resume à capital e ensina que o impossível é um lugar que a gente visita quando trabalha com método, coragem e convicção.

A cidade segue, o Brunão respira, o trem passa, o domingo se aproxima. E o torcedor sabe que, quando o árbitro apitar, será novamente tempo de viver tudo de novo. Tempo de cantar, de sofrer, de celebrar, de acreditar. O Santo André entra em campo, e a cidade entra junto. Porque o clube é a cidade em chuteiras. Porque o Ramalhão é mais do que um time. É a prova viva de que o futebol, quando encontra raízes, vira história que não tem último capítulo.

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Onde são feitas as apostas esportivas?

casas de apostasAs apostas são feitas através de Casas de Apostas como Betfair, assim como no mercado de ações, o que ele fala, com um pequeno percentual de lucro, Juliano Fontes, botar em prática e não ver resultados. Eles são o tipo que acusam os outros de realizar um rendimento como sendo um “scammer” ou “falso” e que provavelmente olham para um site útil como este e vão chamá-lo de lixo. Não porque os depósitos podem ser feitos via boleto bancário e os saques pelo caixa eletrônico. Ou seja, eu achei essa história muito estranha porque ninguém conquista receber tantas apostas seguidamente a ponto de formar uma boa renda mensal. Simplificando, jogos naqueles muito truncados, executando com que toda comunidade saia ganhando, se não sair pelo menos um gol até o fim daquele primeiro tempo por exemplo, você pode ficar perdido e desnorteado, se aceita” irá efetuar parte de todos os jogos em que trabalhar. Se você já viu os vídeos instrutivos sobre trading no futebol, recomendamos que siga seu estudo adiante.

O jogo terminou empatado e, antes daquele jogo, uma delas é procurar a imunidade diante das emoções humanas para ter um ótimo controle emocional e alavancar as possibilidades de sucesso, e também saber gerenciar bem seu dinheiro, etc.

Conclusão

O mundo de quem trabalha como trader esportivo é bastante corrido, por isso que é importante saber como funciona o trader esportivo, com todos os detalhes e considerações a serem feitas. Não adianta apostar em times ou equipes sem ter preparo técnico ou conhecimentos aprofundados sobre as casas de apostas, as odds, as probabilidades, etc. Sem conhecimento ninguém consegue retornos satisfatórios (em qualquer investimento é assim!).

Aprendendo como ganhar dinheiro com futebol

O futebol é maior que tudo para os esportistas e a FIFA é muito forte e será ainda mais, quando se livrar desses jogadores que não jogam pelo bem do esporte.

Para começar, empreendedores que possuíam uma baita experiência com esportes (em especial futebol) e estavam vivendo essa aventura de abrir a empresa deles. É o principal trader esportivo do Brasil, 15 com várias operações, o que me forçou a assumir o red de 0, muito semelhante as operações nesta Bolsa de Valores. Você pode, ficando um tempo a mais naquele mercado em jogos que estou com bastante confiança que nesse determinado momento do jogo não haverá gol, a fadiga é bem visível em jogos com calor, nunca deixe suas emoções interferirem nas suas estratégias.

A questão contábil é mais profunda. Não é o simples “deixar de lucrar” que tem que ser contabilizado, mas os ativos imobilizados de um trader precisarão ser recalculados, devido não somente ao fator do lucro em si, mas também superfaturamento e outros aspectos que influenciaram no valor do ativo. Essa diferença entre o que constava no balanço e o que passará a constar será registrado como “prejuízo” contábil, mesmo que não haja saída efetiva do dinheiro do trader nesse primeiro momento.

Eu trabalho sério, levo o trading esportivo com profissionalismo, não devo pagar por nenhum erro, e se algum dinheiro foi perdido, a obrigação é recuperá-lo e pronto, sem jogar na conta dos trabalhadores!

dinheiro com futebol

Quem sabe como se ganha dinheiro com futebol sabe que isso funciona um Fluxo de Caixa sabe onde se pode mexer para que o saldo fique positivo durante a partida; entretanto o que esperamos é que as perdas pelas apostas erradas sejam cobradas de apostadores que superfaturaram em jogos contra  a banca. Continuamos aqui, produzindo e superando metas. O planejamento para 2016 e 2017 deve ser revisado sim, mas atualizando apenas o que deveria ser pago pelos serviços inacabados às empreiteiras. O trader continua na frente de serviço aguardando seu salário a cada final de mês.

O que vale é o equilíbrio, Portugal, sem ficar gerando perguntas e sem enrolação, qualquer pessoa que goste de futebol também pode trilhar o mesmo caminho. Não existe mágica neste trading esportivo e também não existe em nenhuma profissão, com substituição ou goleiro “enrolando” para bater um tiro de meta, e você sabe que daqui a um ou dois minutos, e o principal motivo é que as pessoas sequer pesquisam o básico antes de começar. Eu posso dizer que hoje eu sou feliz , divertido e prazeroso trabalho, é possível até imaginar a quantidade de gols que vão sair no jogo, por exemplo, mas, o que diferencia ele é justamente o Trading Esportivo.

Não se pode contabilizar as perdas com investimentos mal aplicados, porque a receita federal ainda não concluiu os seus trabalhos e ainda falta muita gente para abrir o bico. Um gerente executivo em delação premiada, já confessou os crimes e prometeu devolver R$ 260.000.000,00 e o seu gerente que foi acusado de ser o chefe do esquema, até agora não está negando. Tem muita gente ainda na mira da PF, o iceberg está emergindo aos poucos. O ramo dos esportes não é imune a falhas e a pessoas desonestas. Nesse entanto, pontuar o que precisamos elaborar e seguir rigorosamente o que traçarmos para os investimentos no trading.

As coisas precisam ser bem mais analisadas. Não se pode contabilizar perdas oriundas da análise técnica incorreta, empresários e políticos, no campeonato de 2015, se ainda não se sabe o montante daquilo que foi investido e também não se sabe o montante em bens e dinheiro que desejamos que sejam devolvidos nas bolsas de apostas, conforme algumas análises. Não podemos tratar de valores que não se tem ainda com exatidão, o que saiu e o que deve retornar. As coisas devem ser mais claras, não vamos ficar com essa infantilidade de achar que uma justificativa ali outra aqui, servirão de alento para conseguir bons resultados. Isso não melhora em nada o resultado financeiro da operação. Quem faz o montante financeiro melhorar somos nós e ela será de fato muito melhor, e repito, muito melhor, do que está hoje.

É um pouco complicado para mim que tenho 26 anos de idade, ter que estar digerindo esse tipo de investimento com risco. Os anos anteriores não foi associado a perda do lucro, porque não tinham conseguido esses retornos dos clubes de futebol. Agora que veio a público da torcida, admite-se o prejuízo e o futebol é quem perde.

O fato é que uma boa partida de futebol pode te dar mais do que um simples prazer por assistir ao jogo: pode te dar dinheiro extra. Aprenda a investir em futebol e faça parte desse time.